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Pontos de nível PRO: 20, Perguntas respondidas: 12, Perguntas feitas: 4
Histórico de Projetos
12 Projetos inseridos
Detalhes do projeto
Resumo do projeto
Ratificação
Translation Volume: 2638 words Terminado em: May 2026 Languages: francês para português
Completed: FR > PT-PT legal and notarial translation project involving documentation related to the liquidation and partition of post-community joint ownership, including terminology connected to real estate law, land registry, mortgages, taxation, and Luxembourgish notarial acts.
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Volume: 0 words Languages: português
MOS for AI generated TTS: for this job, I had to evaluate around 300 audios, which were generated by AI through TTS. MOS was used to refine and improve the quality of the voice. Some of the evaluated aspects were: mispronunciation, omission or addition of words, wrong reading of numbers/symbols/units/abbreviations, inappropriate pause/rhythm, speech speed error, noise in the audio, or even errors in the source text that could cause unintelligible or confusing parts in the audio.
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Sem comentários.
Editing/proofreading Volume: 0 words Languages: inglês para português
I'm currently working with Appen - Crowdgen. On this project, I'm responsible for evaluating the accuracy of the MT created by AI, reviewing several points such as accuracy, tone, grammar, syntax, linguistic equivalence, factual/lexical errors, omission, additions (hallucinations), source errors, naturalness/Idiomaticity, gender/agreement, formality/register, and model artifacts. I'm also evaluating faithfulness and harmfulness between source and target strings.
Sem comentários.
Translation Volume: 417 words Languages: inglês para português
Just finished a 417 word translation about the importance of anatomy and body consciousness in classical guitar. technique.
inglês para português: Excerpt from a Concert Report Detailed field: Arte, Artesanato e ofícios, Pintura
Texto de origem - inglês After Copland’s Duo, we could hear Fantasie Brillante on themes from Bizet’s Carmen, wrote by François Borne. This is, according to the program notes, the composer’s most famous composition. During this piece, we can hear most of Carmen’s themes, performed in a magnificent way. The thing I think is the most important from this piece is that it shows us an overview of Bizet’s themes in a concise way: we can remember Habanera (to which Borne adds some variations), Gypsy Dance or even Toreador. It is a piece very bright and technique, and with no doubt Andrea Bohnet was at her best performing this crowd-pleaser work, arranged by herself and Tom Anderson.
Tradução - português Após o Duo de Copland, foi possível escutar a Fantasia Brilhante, baseada em temas da Carmen de Bizet, e escrita por François Borne. De acordo com as notas de programa, esta é a composição mais famosa daquele compositor. Durante esta peça, é possível ouvir a maior parte dos temas de Carmen executados de uma forma brilhante. O que me parece mais importante nesta peça é que ela nos mostra um resumo dos temas de Carmen de uma forma concisa: podemos recordar Habanera (a que Borne adiciona algumas variações), Dança Cigana ou mesmo Toreador. É uma peça extremmamente brilhante e técnica, e sem dúvida que Andrea Bohnet esteve na sua melhor performace ao executar esta peça que tanto agrada à multidão, arranjada por ela e Tom Anderson.
inglês para português: It’s Milk. But It’s Also More Than That. General field: Medicina Detailed field: Medicina: Assistência médica
Texto de origem - inglês People like to say breastfeeding is natural. That it's something the body just knows how to do. And maybe that’s true — but only part of it.
Milk doesn’t just appear because someone gives birth. There are signals involved. Skin-to-skin. Suckling. Timing. Rest. Hormones, too — but those don’t work in isolation.
Every time a baby feeds, the milk changes. Yes, even between morning and night, or from the start to the end of a single session. It adjusts in real time, responding to things we can’t see but are there.
Some molecules protect against infection. Others help the baby’s gut grow. Some prepare the brain to connect. All of this, in a fluid most people still think of as "just food".
That said — the process isn’t always smooth. Stress can delay it. Separation after birth can confuse the system. Misinformation can make things worse.
And yet, we rarely tell people this. They’re often left thinking that if it doesn’t “just work,” it must be their fault. It isn’t.
Understanding the science behind human milk doesn’t mean we turn it into a medical intervention. It just means we treat it with the respect it deserves — and give real support to those who need it.
Milk isn’t passive. It does things. And we’ve barely scratched the surface of how much.
Tradução - português As pessoas gostam de dizer que amamentar é natural. Que é algo que o nosso corpo sabe simplesmente fazer. E talvez isso seja verdade - mas apenas uma parte.
O leite não aparece só porque alguém pariu. Existem sinais a ter em conta. Pele a pele. Sucção. Tempo. Descanso. Hormonas também - mas essas não trabalham isoladamente.
De cada vez que um bebé amamenta, o leite muda. Sim, mesmo entre a manhã e a noite, ou do início para o final de uma sessão. Ele ajusta-se em tempo real, em resposta a coisas que nós não conseguimos ver mas que existem.
Algumas moléculas protegem contra infecção. Outras ajudam o intestino do bebé a desenvolver-se. Algumas preparam as ligações neuronais. Tudo isto num líquido que a maior parte das pessoas acredita ser "só comida".
Tendo dito isto - o processo nem sempre é simples. O stress pode atrasá-lo. A separação pós-parto pode confundir o sistema. A desinformação pode piorar as coisas.
E, no entanto, raramente se diz isto às pessoas. Deixamos frequentemente que pensem que simplesmente "não funciona", e que a culpa deve ser delas. Não é.
Perceber a ciência por detrás do leite humano não significa que tornemos a amamentação numa intervenção médica. Significa apenas que esta situação é tratada com o respeito que merece — e que se dá um apoio real a quem o necessita.
O leite não é algo passivo. Faz algo. E ainda mal descortinámos a superfície de todas as suas possibilidades.
português para espanhol: Text about speech therapy (shared with client's permission) General field: Detailed field: Medicina (geral)
Texto de origem - português • A terapia da fala, no contexto clínico contemporâneo, ultrapassa a simples intervenção na articulação dos sons: assume um papel central na avaliação estrutural e funcional orofacial, integrando postura global, padrão respiratório (nasal vs. oral), selagem labial e coordenação língua–mandíbula–hioide. O foco é funcional: como a anatomia se traduz em desempenho durante fala, mastigação e deglutição.
• Análise do frénulo lingual. Um frénulo encurtado/fibroso pode limitar elevação e protrusão da língua, afetando sucção, mastigação bilateral alternada e a fase oral da deglutição. Avaliam-se amplitude, dor, fadiga, tremor, compensações (projeção mandibular, apoio dentário) e impacto na vedação labial e no contorno palatino.
• Para além da morfologia, observam-se padrões funcionais: lateralização, dissociação língua-mandíbula, tonicidade labial e jugal, força mastigatória e ritmo respiratório durante a alimentação. Testes como protrusão sustentada, elevação ao palato, “snap-back” e resistência isométrica dão métricas úteis para o plano terapêutico.
• Fortalecimento e reeducação miofuncional. Protocolos de terapia miofuncional orofacial (TMO) combinam mobilidade fina, resistência progressiva e treino de vedação, com foco na transição de deglutição adaptada para padrão maduro. Resulta em melhor mastigação, intelligibility e redução de padrões compensatórios de língua baixa.
• Na PEA, a intervenção é mais complexa: o perfil sensorial (hiper/hiporresponsividade) modula a aceitação de exercícios e texturas. Integra-se integração sensorial, previsibilidade e rotinas visuais, minimizando sobrecarga auditiva, tátil e interoceptiva durante tarefas orais.
• Hipersensibilidade oral tende a rejeitar alimentos fibrosos/granulosos e utensílios rígidos; hipossensibilidade requer estímulos de maior contraste (variação de temperatura, viscosidade, crunch) para consolidar padrões mastigatórios eficientes. Utensílios graduados e pacing temporal ajudam a autorregulação.
• A terapeuta da fala media o processo, introduzindo dessensibilização hierarquizada, encadeamento de tarefas e reforço positivo. Alinha objetivos motores (mobilidade e força) com objetivos funcionais (tempo de refeição, diversidade de texturas, segurança) e comunicativos (rotulagem sensorial, pedir pausa).
• Literalismo na PEA e pragmática. Para além da motricidade, trabalha-se compreensão inferencial: metáforas, ironia, polissemia e leitura de prosódia emocional. Estratégias de “think-aloud”, scripts sociais e pistas visuais reduzem a rigidez semântica e melhoram a flexibilidade comunicativa.
• Integração motor–linguística. A precisão articulatória depende de mobilidade lingual fina, estabilidade orofacial e coordenação respiratória. Por isso, a terapia articula treino motor, modelos de coarticulação e feedback multissensorial (visual, tátil, auditivo) para ganhos robustos e generalizáveis.
• Em síntese, a terapia da fala opera na interseção entre biomecânica, neurodesenvolvimento e linguagem, com métricas funcionais (tempo de refeição, variedade de dieta, inteligibilidade, fadiga). Em colaboração com TO, odontopediatria/OTM e consultoria de amamentação, traduz-se em progresso objetivo na alimentação e na comunicação.
Tradução - espanhol • La terapia del habla, en el contexto clínico actual, es mucho más que una simple intervención en la articulación de los sonidos: asume un papel central en la evaluación estructural y funcional orofacial, integrando la postura global, patrón de respiración, (nasal vs. oral), el sellado labial y la coordinación lengua-mandíbula-hioides. El foco es funcional: como la anatomía se traduce en rendimiento mientras se habla, se mastica y se deglute.
• Análisis del frenillo lingual: un frenillo acortado o fibroso puede limitar la elevación y la protusión de la lengua, afectando la succión, la masticación bilateral alternada y la fase oral de la deglución. Se evalúan la amplitud, el dolor, la fatiga, el temblor, las compensaciónes (proyección mandibular, apoyo dental), y el impacto en el sellado labial y contorno palatino.
Además de la morfologia, se observan los patrones funcionales: la lateralización, la disociación lengua-mandíbula, el tono labial y jugal, la fuerza de masticación y el ritmo respiratório durante la alimentación. Pruebas como protrusión sostenida, elevación (lengual) al paladar, chasquillo lingual y resistencia isométrica nos aportan métricas útiles para el plan terapéutico.
• Fortalecimiento y reeducación miofuncional. Los protocolos de terapia miofuncional orofacial (TMO) combinan movilidad fina, resistencia progresiva y entrenamiento del sellado, con especial atención a la transición de la deglución adaptada hacia el patrón maduro. Esto se traduce en una masticación más eficiente, inteligibilidad, y redución de patrones compensatorios de la posición baja de la lengua.
• En el TEA, la intervención es más compleja: el perfil sensorial (hiper o hiporesponsividad) modula la aceptación de ejercicios y texturas. Se incorpora la integración sensorial, previsibilidad y rutinas visuales, minimizando la sobrecarga auditiva, táctil y interoceptiva durante las tareas orales.
• La hipersensibilidad oral puede causar el rechazo de los alimentos más fibrosos o granulosos y de los utensilios más rígidos: hiposensibilidad requiere estímulos de mayor contraste (variación de la temperatura, viscosidad, textura crujiente) para consolidar patrones de masticación eficientes. Utensilios graduados y el control del ritmo de ingesta ayudan a la autorregulación.
• La logopeda media el proceso, introduciendo desensibilización jerarquizada, encadenamiento de tareas y refuerzo positivo. Ella alinea los objetivos motores (movilidad y fuerza) con objetivos funcionales (horarios de comidas, diversidad de texturas, seguridad) y comunicativos (rotulación sensorial, pedir una pausa).
• Literalismo en el TEA y pragmática. Además de la motricidad, se trabaja la comprensión inferencial: metáforas, ironía, polisemia y lectura de prosodia emocional. Estrategias de verbalización en voz alta, guiones sociales y pistas visuales reducen la rigidez semántica y mejoran la flexibilidad comunicativa.
• Integración motora y lingüística. La precisión articulatoria depende de la movilidad lingual fina, estabilidad orofacial y coordinación respiratória. Así, la terapia articula el entrenamiento motor, modelos de coarticulación y feedback multisensorial (visual, táctil, auditivo) para lograr beneficios robustos y generalizables.
• Sumariando, la terapia del habla trabaja en la intersección de la biomecánica, neurodesarrollo y lenguaje, con métricas funcionales (horarios de comidas, variabilidad de la dieta, inteligibilidad, fadiga). En colaboración con la terapeuta ocupacional, la odontopediatra y la asesora de lactancia materna, esto se traduce en progreso objetivo en la alimentación y la comunicación.
inglês para português: The Guitarist’s Body: Between Strings and Muscles General field: Arte/Literatura Detailed field: Música
Texto de origem - inglês Classical guitarists sometimes forget that their instrument extends beyond wood and nylon.
The body itself — shoulders, spine, wrists, even breathing patterns — becomes part of the instrument.
A player may tune the strings with precision, but if the back is slouched or the right forearm presses too heavily against the guitar’s edge, the result will be strain rather than music.
Ask any physiotherapist: the hand does not work in isolation.
The extensor digitorum may fatigue quickly if the shoulder blade is unstable.
A stiff neck can reduce circulation all the way to the fingertips.
This is why warm-up exercises borrowed from sports science — wrist rotations, gentle spinal extensions, controlled breathing — are not “extras” but prerequisites for serious practice.
Too many students still equate warming up with running through scales.
In reality, scales come after the body has been prepared.
Consider the left hand: pressing six strings against a wooden fingerboard for hours demands not only strength but alignment.
A collapsed wrist compresses tendons; an overextended thumb creates unnecessary leverage.
Physiotherapists describe this in clinical terms, but guitarists experience it simply as fatigue, or worse, pain.
And pain repeated daily becomes tendinitis.
Once present, it may end a career.
The solution is awareness.
Not a vague sense of “relax,” but deliberate attention: Am I clenching my jaw?
Is the right elbow too close to the torso?
Do I exhale at phrase endings?
These small checks prevent large injuries.
One could argue that body awareness is as important as harmonic analysis or sight-reading.
A guitarist who neglects it will eventually pay the price.
History even gives examples.
Andrés Segovia often scolded students for practising “with the hands only.” He insisted that posture and breath mattered.
Modern pedagogy confirms his instinct, though now explained with anatomy: scapular stability, neutral spine, balanced load distribution.
Warm-up and cool-down routines, once rare in music schools, are increasingly common.
Some conservatoires now invite physiotherapists to teach classes in basic kinesiology.
Others integrate yoga or Feldenkrais methods.
The message is the same: technique is not purely digital.
Fingers obey only if the rest of the body cooperates.
Longevity is the prize.
A tremolo played with tension may impress in the short term, but it carries hidden costs.
A relaxed tremolo, supported by conscious movement, will endure for decades.
The guitarist who invests in preventive habits does not merely avoid injury; he or she ensures that musical expression remains free, unforced, and alive — well into the later years of performance.
Tradução - português Os guitarristas clássicos esquecem-se por vezes que o seu instrumento se extende para além da madeira e do nylon.
O próprio corpo - ombros, costas, pulsos, até mesmo os padrões de respiração - torna-se parte do instrumento.
Um instrumentista pode afinar as cordas com precisão, mas se as costas estiverem curvadas, ou o antebraço pressionar com demasiada força na borda da guitarra, o resultado será tensão e não música.
Pode perguntar a qualquer fisioterapeuta: a mão não trabalha isolada.
O músculo extensor digitorium pode ficar rapidamente cansado se a omoplata estiver instável.
Um pescoço rígido pode reduzir a circulação até às pontas dos dedos.rapidamente
É por esta razão que os exercícios de aquecimento, provenientes da ciência do desporto - rotação de pulsos, alongamentos das costas, respiração controlada - não são um "extra" mas sim pré-requisitos para uma prática séria.
Demasiados estudantes ainda fazem equivaler aquecimento a praticar escalas.
Na verdade, as escalas devem vir quando o corpo já estiver preparado.
Consideremos a mão esquerda: pressionar seis cordas contra um braço de madeira durante horas exige não apenas força mas também alinhamento.
Um pulso que esteja colapsado vai comprimir os tendões; um polegar sobre-extendido cria uma alavanca desnecessária.
Os fisioterapeutas descrevem esta situação com termos clínicos, mas os guitarristas experienciam-na apenas como fatiga ou, ainda pior, dor.
E a dor, diariamente repetida, torna-se numa tendinite.
Uma vez presente, esta pode acabar com uma carreira.
A solução passa pela consciencialização.
Não apenas uma sensação vaga de "relaxamento", mas uma atenção propositada: estou a cerrar a minha mandíbula?
Será que o cotovelo direito está demasiado próximo do tronco?
Tenho atenção para expirar no final das frases?
Estas pequenas verificações previnem lesões sérias.
Pode-se argumentar que a consciência corporal é tão importante quanto a anáçlise harmónica ou a leitura à primeira vista.
Um guitarrista que negligencie esta prática irá, eventualmente, pagar o preço.
A história dá-nos exemplos.
Andrés Segovia repreendia frequentemente os seus alunos por estudarem "apenas com as mãos". Insistia que tanto a postura como a respiração importavam.
A pedagogia moderna confirma este seu instinto, embora agora explicada com ajuda da anatomia: estabilidade escapular, coluna neutra, uma distribuição equilibrada de peso.
Rotinas de aquecimento e relaxamento final, que antigamente eram raras, são cada vez mais comuns.
Atualmente, alguns conservatórios convidam fisioterapeutas para dar aulas sobre kinesiologia básica.
Outros integram yoga, ou os métodos Feldenkrais.
A mensagem final é a mesma: a técnica não é puramente digital.
Os dedos apenas obedecem se o resto do corpo colaborar.
A longevidade é o prémio.
Um trémulo tocado com tensão pode impressionar a curto prazo, mas acarreta um preço oculto.
Um trémulo relaxado, baseado num movimento consciente, durará décadas.
O guitarrista que investe em hábitos de prevenção não evita apenas a lesão: ele (ou ela) garante que a expressão musical continua livre, não forçada, e viva - até aos últimos anos de performance.
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Bio
Multilingual linguist, localization specialist, and AI training professional with over 5 years of experience collaborating remotely with international agencies and AI-related projects, including TELUS International, Appen, Oliver Agency, Yellow Language, Hansem Vietnam, MoniSa, and GienTech. Specialized in MTPE, LLM training, QA, sensitive-content localization, legal translation, ASR transcription and editing, AI-generated audiovisual evaluation, lip-sync assessment, and multilingual linguistic adaptation. Experienced working within complex guideline-based environments requiring high levels of accuracy, consistency, cultural sensitivity, and attention to detail. Native speaker of European Portuguese, working professionally in English, Spanish, and French. Strong academic background in Humanities, Musicology, and Education, including scientific research funded by the Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), with published academic work and experience in analytical research, editorial precision, scientific writing, and source analysis. Proficient with localization and productivity tools including Trados Studio, MemoQ, Phrase, Subtitle Edit, DaVinci Resolve, Audacity, Microsoft Word, and Excel. Comfortable adapting quickly to new workflows, remote international collaboration, and AI-driven language technology environments.
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