Associado desde Nov '07 Idiomas de trabalho: inglês para portuguêssueco para portuguêsfinlandês para portuguêsalemão para portuguêsholandês para português francês para portuguêsespanhol para portuguêsitaliano para português | Availability today: | November 2009 | | | S | M | T | W | T | F | S | | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | | 29 | 30 | 31 | | | | | |
| Bureau Portugais de Traduction - Bureau Portugais de Traduction Human translation Brussels, Brussels, Bélgica Horário Local: 14:07 CET (GMT+1)
Nativo para: português | | |
| Freelancer e contratante | | Translation, Editing/proofreading | | Especializado em: | | Ciências sociais, sociologia, ética etc. | Navios, vela, marítima | | Publicidade/Relações públicas | Medicina: instrumentos | | Medicina (geral) | Mecânica/engenharia mecânica | | Negócios/comércio (geral) | Cosméticos, beleza | | Alimentos e laticínios | Transporte/frete/carregamento |
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More Less | | Perguntas respondidas: 3643, Perguntas feitas: 0 Easy / 100 PRO, Pontos de nível PRO: 4832 | 1 entrada| Nome do contratante | País | LWA  | Comentário | Feedback do contratante | | Ocultas | Ocultas | 5 | 4 jobs in a row. Payment as agreed! | Thank you Teresa! |
More Less | | <3 employees | | 1985 | | Euro (eur) | Sample translations submitted: 3 | francês to Portuguese (EU): 1st Annual ProZ.com Translation Contest - Entry #7324 |
| Texto de origem - francês Lorsqu'on sent l'éveil tout proche, mais qu'on n'est pas “dedans”, on a envie d'y “entrer”. Et c'est justement cette envie qui nous maintient “au-dehors”, car elle souligne notre frontière avec ce Tout dans lequel on aimerait s’immerger. En fait, il faut ne pas vouloir y entrer. Il ne suffit pas de ne pas vouloir y entrer: il faut ne pas vouloir y entrer. La passivité ne mène à rien. Il faut être actif, mais une activité entièrement occupée par l’attente — plus encore, entièrement satisfaite par l’attente. Bien souvent, on sent monter en soi une vague dont on pense qu’elle pourrait nous propulser au-delà de soi. Et on se met en tâche de la renforcer. C’est là qu’on gâche tout. Comme si elle avait besoin de notre aide. Quelle arrogance. Et pourtant, elle a besoin de nous. De notre présence. Elle a besoin qu’on soit là, qu’on se tienne face à elle, qu’on croie suffisamment en soi et qu’on s’aime assez pour rester ainsi tout nu face à elle, sans rien lui apporter, que notre seule présence. Tout est là. On est encore face à “rien”, et à ce moment-là, ce qui est, au sens fort, c'est notre attente. Non pas son but, mais l’attente elle-même. Tout le reste, ce sont des projections du désir. De l’évanescent. Mais l’attente, elle, est réelle. Si on parvient à la laisser seule être, à prendre appui sur elle, et non pas sur l'objet qui la soulagerait, on prend appui sur la seule parcelle d'être qu’on a à sa disposition. Aussitôt qu’on le fait, qu'on pose le pied sur la réalité de cette attente, c’est comme si le fond de la conscience cédait, et nous faisait basculer dans l'Être. | Tradução - Portuguese (EU) Quando se sente a consciência muito próxima, mas ainda não se está “lá dentro”, deseja-se “entrar”. E é precisamente esta vontade que nos mantém “fora”, porque marca a fronteira com esse Todo em que gostaríamos de imergir. De facto, deve-se não querer entrar. Não basta não querer entrar: deve-se não querer entrar. A passividade não nos leva a lado nenhum. Há que ser activo, mas com uma actividade plenamente habitada pela expectativa — mais ainda, plenamente preenchida pela expectativa. Muito amiúde, sentimos crescer dentro de nós uma onda que julgamos capaz de nos transportar para além de nós próprios. E lançamo-nos à tarefa de a reforçar. É aí que deitamos tudo a perder. Como se ela precisasse da nossa ajuda. Que arrogância! E, no entanto, ela precisa de nós. Da nossa presença. Precisa que estejamos presentes, que nos mantenhamos firmes diante dela, que acreditemos suficientemente em nós próprios e nos prezemos o bastante para ficarmos assim completamente nus frente a ela, sem nada lhe oferecer, senão a nossa presença. Está tudo aí. Estamos ainda perante o “nada” e, nesse momento, o que existe, verdadeiramente, é a nossa expectativa. Não o seu objecto, mas a própria expectativa. Tudo o resto, são projecções do desejo. Do evanescente. Mas a expectativa, ela, é real. Se formos capazes de a deixar ser, simplesmente ser, de nos apoiarmos nela e não no objecto que a aliviaria, agarramo-nos à única parcela de ser que temos à nossa disposição. Mal o fazemos, mal pousamos o pé na realidade desta expectativa, é como se o fundo da consciência cedesse, e nos fizesse passar para o Ser. | | inglês to Portuguese (EU): 9th ProZ.com Translation Contest - Entry #8884 |
| Texto de origem - inglês I remember reading once that some fellows use language to conceal thought, but it's been my experience that a good many more use it instead of thought.
A businessman's conversation should be regulated by fewer and simpler rules than any other function of the human animal. They are:
Have something to say.
Say it.
Stop talking.
Beginning before you know what you want to say and keeping on after you have said it lands a merchant in a lawsuit or the poorhouse, and the first is a short cut to the second. I maintain a legal department here, and it costs a lot of money, but it's to keep me from going to law.
It's all right when you are calling on a girl or talking with friends after dinner to run a conversation like a Sunday-school excursion, with stops to pick flowers; but in the office your sentences should be the shortest distance possible between periods. Cut out the introduction and the peroration, and stop before you get to secondly. You've got to preach short sermons to catch sinners; and deacons won't believe they need long ones themselves. Give fools the first and women the last word. The meat's always in the middle of the sandwich. Of course, a light butter on either side of it doesn't do any harm if it's intended for a man who likes butter.
Remember, too, that it's easier to look wise than to talk wisdom. Say less than the other fellow and listen more than you talk; for when a man's listening he isn't telling on himself and he's flattering the fellow who is. Give most men a good listener and most women enough note-paper and they'll tell all they know. Money talks -- but not unless its owner has a loose tongue, and then its remarks are always offensive. Poverty talks, too, but nobody wants to hear what it has to say. | Tradução - Portuguese (EU) Lembro-me de ter lido algures que há quem use a fala para camuflar o pensamento, mas estou certo de que muitos mais a usam em vez dele.
A fala de um homem de negócios deve obedecer a regras mais simples e em menor número do que qualquer outra função do animal humano. Elas são:
Ter algo a dizer.
Dizê-lo.
Parar de falar.
Começar antes de saber o que se quer dizer e prosseguir depois de o ter dito, precipita o mercador no tribunal ou no asilo, e o primeiro serve de atalho ao segundo. Possuo aqui um departamento jurídico, e custa-me muito dinheiro, mas evita-me os processos.
Quando se quer impressionar uma jovem ou falar com amigos depois do jantar, pode-se orientar uma conversa como uma excursão escolar de Domingo, com paragens para apanhar flores; mas no escritório as frases devem percorrer a menor distância possível entre períodos. Reduza a introdução e a conclusão ao mínimo e finde antes de chegar a ”em segundo lugar”. É com sermões breves que se apanham pecadores e os próprios pregadores não confiam nos extensos. Reserve aos loucos a primeira palavra e às mulheres a última. O lugar do fiambre é sempre no meio da sanduíche. Embora, evidentemente, barrar de manteiga os dois lados do pão não faça mal a ninguém, na condição, porém, de se gostar de manteiga.
Lembre-se ainda que é mais fácil passar por entendido do que ser entendido. Fale menos do que o outro e escute mais do que fala; porque quando um homem ouve não se denuncia e lisonjeia quem fala. Dando à maioria dos homens um bom auditor e à maioria das mulheres papel de carta suficiente, dirão tudo o que sabem. O dinheiro fala a muita gente - mas apenas se o seu proprietário tiver a língua solta, e as suas observações forem sempre prejudiciais. A pobreza também fala, só que ninguém quer ouvir o que ela tem para dizer. | | inglês para português: Dissertation on Japanese history | Texto de origem - inglês As Japan absorbed itself in its own affairs, the world outside was changing. Two revolutions swept through Europe and America. The first was the scientific revolution. The second, made possible by the first, was the industrial revolution. With these two revolutions came dramatic change. | Tradução - português Enquanto o Japão se preocupava com os assuntos internos, o mundo externo transfigurava-se. Duas revoluções varreram a Europa e a América. A primeira foi a revolução científica. A segunda, decorrente da primeira, foi a revolução industrial. Estas duas revoluções suscitaram uma mudança radical. |
More Less | Ambiente, Arquitectura, Belas-artes, Botânica, Ciências sociais, DE-PT, Direito, Economia, EN-PT, ES-PT, FR-PT, Informatica, IT-PT, Jornalismo, Matemática, Medicina, Meteorologia, Militar, Náutica, Psicologia, química, Recursos humanos, Técnico, Transportes, Veterinaria, Vinicultura More Less | | Subcontracts work for other language companies | | Anos de experiência em tradução: 22 Registrado no ProZ.com: Nov 2007. Tornou-se associado em: Nov 2007 | | N/A | | N/A | | N/A | | Adobe Acrobat, Microsoft Excel, Microsoft Word | | http://www.bpt.com.pt | | CV will be submitted upon request | 7th ProZ.com Translation Contest: italiano to português [download] 1st Annual ProZ.com Translation Contest: espanhol to português [download] 1st Annual ProZ.com Translation Contest: francês to português [download] 1st Annual ProZ.com Translation Contest: italiano to português [download] 9th ProZ.com Translation Contest: inglês to português [download] | | Bureau Portugais de Traduction endossa ProZ.com's Diretrizes Profissionais. | | Sobre mim
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